sábado, 17 de janeiro de 2009


A lua de ontem estava opaca e pela metade, exatamente como eu me sentia.

Uma dose de wisk e sonhos estranhos me maltratam por toda noite.

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Hoje eu poderia escrever sobre o amor, mas nada sinto, nada me faz lembrar da sua existência. Nem pessoas, nem lugares, nem sabores e nem olhares, nem mesmo alguma música me faz companhia, nem nostalgia, nem alegria, nem as outras línguas que tanto me encantam. Nem um orgasmo eu desejo...


...É tudo um grande nada , refletido da opacidade da lua de ontem.


Hoje eu preciso que alguém me traga amor, ou uma droga qualquer...

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Era essa noite que eu poderia e deveria me embreagar com algumas pequenas porém encorpadas doses de absinto, para abduzir esses sentimentos estranhos , desconhecidos e errantes.


Alguém me traga um pouco de alegria por favor! Ou por gentileza a fada verde, com ela eu me entendo!


As borboletas não choram, elas orvalham....

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